Dr. Alan Landecker - Cirurgia Plástica e Clínica de Estética

A Clínica
 

TRATAMENTO DE ESTRIAS

Definição


A estria é uma atrofia de pele adquirida, de aspecto linear e sinuoso, com um ou mais milímetros de largura. Trata-se de uma lesão decorrente da degeneração das fibras elásticas, desarranjo das fibras colágenas e rompimento das fibras da derme devido à distensão exagerada ou alterações hormonais. Inicialmente é avermelhada, tornando-se esbranquiçada à medida que passa por um processo de amadurecimento. As estrias apresentam-se paralelamente e simetricamente umas às outras e perpendicularmente às linhas de fenda da pele, indicando um desequilíbrio elástico localizado. Tendem a ser bilaterais e simétricas em ambos os lados do corpo.

As estrias são encontradas em ambos os sexos, com predominância no sexo feminino, principalmente a partir da adolescência. Entretanto, as estrias podem aparecer em todas as idades. Na mulher adulta saudável, a incidência de estrias é 2,5 vezes mais freqüente que no homem nas mesmas condições.

Quanto à sua localização, são mais comuns nos glúteos, seios, abdome, coxas e região lombo sacral. Raramente, aparecem em regiões como fossa poplítea, tórax, região ilíaca, antebraço, porção anterior do cotovelo.


Causas


Existem três teorias básicas para explicar as causas das estrias:


Teoria mecânica: acredita-se que a excessiva deposição de gordura no tecido subcutâneo, com subseqüente dano as fibras elásticas e colágenas da pele, seja o principal mecanismo do aparecimento das estrias. As estrias também são consideradas seqüelas de períodos de rápido crescimento, onde ocorre a ruptura ou perda das fibras elásticas dérmicas. Exemplos clássicos são a gravidez, o estirão do crescimento em adolescentes e quando ocorrem grandes flutuações de peso.


Teoria endócrina: as estrias podem aparecer como efeito colateral da cortisona, quando esta droga e usada para tratar uma determinada doença.


Teoria infecciosa: processos infecciosos podem provocar danos às fibras elásticas, provocando estrias. Alguns exemplos são a febre tifóide, tifo, febre reumática, hanseníase e outras infecções.


Características Clínicas


As estrias apresentam-se inicialmente como vergões lineares vermelhos ou arroxeados. Geralmente são assintomáticas, mas alguns pacientes podem apresentar um leve prurido no estágio inflamatório. Eventualmente, após um período de maturação de 6-24 meses, as estrias tendem a nivelar-se, deixando listras rugosas, atróficas e hipopigmentadas (cor mais clara do que a pele).


Tratamento


As estrias são lesões irreversíveis, não existindo um tratamento que faça a pele voltar ao que era antes. Os tratamentos visam melhorar o aspecto das lesões, estimulando a formação de tecido colágeno subjacente e tornando-as mais semelhantes à pele ao redor. Enquanto a estria é recente, é possível tratá-la e até revertê-las com o uso de tratamentos como esfoliação, laser, etc. Na verdade, quando mais precoce for o tratamento, melhor será a resposta do paciente. As estrias brancas e com relevos são mais difíceis de serem revertidas com tratamentos estéticos.

Durante o tratamento, a exposição ao sol deve ser evitada durante 2meses.


Laser


Quando utilizado na fase avermelhada (imatura) da estria, o laser provoca um fechamento dos pequenos vasos sanguíneos e estimula a formação de um novo colágeno, dando à estria uma tonalidade próxima a da pele e uma diminuição do seu tamanho. Na fase esbranquiçada (madura), o laser atua basicamente estimulando a produção de um novo colágeno, visando somente a diminuição do tamanho da estria.

São necessárias pelo menos 5 sessões, que podem ser mensais ou quinzenais. O método é indolor, e o grau de satisfação dos pacientes vai de regular a bom. Quando o laser é associado a outras terapias, como cremes a base de ácidos, este resultado pode ser potencializado.


Tratamento com Ácidos


Alguns tipos de ácido como o retinóico estimulam a formação de tecido colágeno, melhorando o aspecto das estrias. Pode haver descamação e vermelhidão, sendo que a exposição solar deve ser evitada.


Peeling de Cristal


Trata-se de um procedimento de ação mecânica mais intensa, onde a estria e bombardeada por um jato de micro cristais de óxido de alumínio. E um procedimento simples e de rápida recuperação.


Dermoabrasão


A dermoabrasão é o lixamento cirúrgico das estrias utilizando lixas manuais ou elétricas. Há necessidade de anestesia local e o procedimento provoca reação semelhante à dos peelings profundos. O procedimento induz a formação de colágeno e regulariza a superfície da pele, deixando-a mais semelhante à pele vizinha e sadia.

Tratamento de Estrias Clínica do dr. Alan Landecker >

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Dr. Alan Landecker

  • Formado em Medicina pela Universidade de São Paulo (FMUSP), CRM-SP 87043.
  • Formado em Cirurgia Geral no Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (FMUSP).
  • Formado em Cirurgia Plástica pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (Serviço do Professor Ivo Pitanguy) e na Clínica Ivo Pitanguy.
  • Reconhecimento do diploma médico nos EUA (ECFMG/USMLE).
  • Estagiário clínico-cirúrgico e de pesquisa nas Universidades de Miami, Alabama at Birmingham, Pittsburgh, Chicago, Nova York e Texas Southwestern, EUA.
  • Especializado em rinoplastia estruturada primária e secundária (Rhinoplasty Fellow) pela University of Texas Southwestern at Dallas, Texas, EUA, sob o Dr. Jack P. Gunter.
  • Instrutor do Dallas Rhinoplasty Symposium, curso anual teórico-prático em rinoplastia, realizado anualmente em Dallas, Texas, EUA, 2006-2008.
  • Especialista em Cirurgia Plástica e Membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).
  • Consultor científico na área de Cirurgia Plástica da revista Men´s Health Brasil.
  • Editor da parte de rinoplastia no site da PSEN (Plastic Surgery Education Network), site educacional oficial da ASPS (American Society of Plastic Surgery).
  • Membro da International Society of Aesthetic Plastic Surgery (ISAPS).
  • Membro da Rhinoplasty Society (Sociedade Internacional de Rinoplastia).
Consulte o Curriculum Vitae do Dr. Alan Landecker para obter: participação em congressos, lista de aulas sobre rinoplastia estruturada primária e secundária em congressos nacionais e internacionais, lista de publicações científicas em revistas e sites nacionais e internacionais, lista de autoria de capítulos no livro “Dallas Rhinoplasty: Nasal Surgery by the Masters, 2nd Edition", Editora QMP, EUA e autoria de livros sobre a especialidade de Cirurgia Plástica.

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